

Existem evidências de que as cartas de
Tarô eram utilizadas por sacerdotes egípcios para fins divinatórios
e ritos de iniciação.
Acredita-se que elas tenham sido inventadas pelo Deus Thot. Quase no fim do
século XVII, o arqueólogo Court De Gebelin chegou a declarar que
“O Livro de Thot existe e suas páginas correspondem às imagens
das cartas de Tarô”.
O Tarô sintetizava os princípios
e os conhecimentos que seriam passados adiante pois, para os antigos egípcios,
ele era considerado um alfabeto em que cada letra, palavra e frase simbolizavam
um caminho existencial em busca da harmonia.
Atualmente as cartas de tarô, inspiradas
pelo Egito, são componentes fundamentais da tradição cartomântica.
No jogo de Tarô, o leitor traduz o que
as cartas vieram ler para quem está buscando respostas para situações
interiores ou exteriores. A partir da leitura das cartas, pode interpretar momentos
que já foram, que estão ou que serão vivenciados. O Objetivo
é sempre a compreensão de uma situação e a partir
do entendimento, a harmonização e superação de limites
e dificuldades.